sábado, 10 de janeiro de 2026

Dicas, da webrun, para saber quando fazer um check-up ortopédico mesmo sem sentir dor

 


 Webrun 

Muita gente só procura um ortopedista quando a dor chega e, muitas vezes, quando o problema já está instalado. Mas, segundo o ortopedista, especialista em joelho, medicina esportiva e regenerativa, Adílio Bernardes, o check-up ortopédico deve ser visto como uma forma de prevenção, não apenas de tratamento. A seguir, o médico traz dicas essenciais para entender quando essa avaliação é necessária e por que ela faz diferença em todas as fases da vida.

  1. Faça check-up mesmo sem sintomas

Problemas ortopédicos costumam evoluir silenciosamente. Alterações na cartilagem, tendões, músculos e ossos podem surgir muito antes da dor aparecer. A avaliação preventiva evita que processos degenerativos avancem.

  1. Observe sinais discretos do corpoVocê não precisa sentir dor intensa para procurar ajuda. Procure um ortopedista se notar:
  • inchaço persistente,
  • rigidez ao acordar,
  • estalos frequentes,
  • formigamentos,
  • perda de força,
  • instabilidade,
  • alteração na marcha ou em movimentos simples.
    Até febre sem causa aparente pode ser um alerta.

  1. Atletas precisam de mais atenção
    Treinos intensos aumentam o risco de lesões. De acordo com Adílio, atletas de alto rendimento devem fazer check-up a cada 6 meses. Já praticantes regulares, uma vez por ano e iniciantes, especialmente acima dos 40, precisam de avaliação antes de elevar a carga de exercícios.
  2. Quem já teve lesões deve acompanhar regularmente Pessoas que já tiveram entorses, fraturas, cirurgias, tendinites ou desgaste articular precisam de avaliação periódica para evitar recidivas.
  3. Idosos devem manter avaliação contínua Com o envelhecimento, aumentam os riscos de artrose, osteoporose, perda muscular e quedas. O check-up ajuda a preservar autonomia, força e equilíbrio.
  4. Crianças e adolescentes também precisam de atenção Alterações de postura, dor persistente, escoliose e prática esportiva intensa justificam avaliação ortopédica na infância e adolescência.
  5. Pessoas com sobrepeso devem se cuidar mais cedo O excesso de peso acelera o desgaste das articulações, principalmente joelhos e coluna. A avaliação ajuda a detectar precocemente alterações degenerativas e inflamatórias.
  6. Fique atento ao tipo de exame solicitado O especialista explica que os exames variam conforme a necessidade sendo o raio-x para desgaste ou deformidades; ressonância magnética para cartilagem, ligamentos e tendões; ultrassonografia para tendinites e exames laboratoriais para investigar vitamina D, inflamação, metabolismo ósseo e risco de osteoporose e sarcopenia.
  7. Check-up é diferente de consulta por dor Adílio alerta que quando o paciente busca atendimento por dor, a patologia já se instalou. “O check-up é justamente o contrário, ele permite agir antes que o problema apareça, preservando mobilidade, prevenindo lesões e garantindo um envelhecimento mais saudável”, explica.

 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Corridas fora do asfalto com a HTR em 2026 - Salve as datas das aventuras

 

 


Fala aventureiros, tem novidade no RN.
Chegou o TREKKING, a mais nova modalidade do HTR e o calendário definido:

 
1° etapa: 29/03
2° etapa: 28/06
3° etapa: 06/09

 

E o Trail Run, corrida em trilhas já com a 1º etapa definida na cidade Arês.

Demais datas dos eventos:


1° etapa: 22/02 
2° etapa: 26/04
3° etapa: 12/07
4° etapa: 18/10 

 

mais detalhes no insta 



Correr em jejum: riscos, benefícios e recomendações

 

Para entender melhor os impactos da corrida em jejum no organismo, ouvimos o médico do esporte Roberto Ranzini, que explicou os principais riscos e possíveis benefícios dessa prática.

Correr em jejum: riscos, benefícios e recomendações
Adobe Stock
O que acontece com o corpo quando se corre em jejum?

“Correr de estômago vazio pode provocar queda nos níveis de glicose no sangue, gerando tontura, fraqueza e até desmaios”, alerta o Dr. Ranzini.

Segundo ele, quem possui alguma condição médica deve ter atenção redobrada e buscar orientação profissional antes de adotar esse tipo de treino, já que os efeitos adversos podem comprometer a saúde do atleta.

Entre os riscos apontados estão:

  • Desempenho prejudicado: a falta de carboidratos reduz a capacidade de treinar em alta intensidade.
  • Aumento do cortisol: o exercício em jejum eleva esse hormônio do estresse.
  • Queima de gordura limitada: apesar da ideia popular, estudos sugerem que a corrida em jejum não aumenta a oxidação de gordura.
  • Desconfortos gastrointestinais: após o jejum, consumir alimentos pesados pode causar náusea e indigestão.
Possíveis benefícios

O especialista ressalta que os efeitos positivos variam de pessoa para pessoa, sendo fundamental testar e ajustar conforme a resposta individual. Entre as vantagens mais citadas estão:

  • Praticidade: pular o café da manhã e correr cedo encaixa-se na rotina de muitos corredores.
  • Menos desconforto estomacal: treinar em jejum pode evitar problemas digestivos causados pela refeição pré-treino.
  • Maior uso da gordura como energia: sem glicogênio disponível, o corpo tende a recorrer às reservas de gordura.
  • Alterações metabólicas benéficas: melhor regulação da insulina e possível redução do colesterol.
  • Auxílio na perda de peso: quando associado a uma alimentação equilibrada, pode contribuir para mudanças na composição corporal.
Principais riscos e desvantagens

Apesar das vantagens, o Dr. Ranzini alerta para pontos de atenção. “O exercício faz com que o açúcar no sangue despenque. Se você já está começando em um estado esgotado, pode estar causando graves problemas de saúde.”

Entre os riscos mais citados estão:

  • Hipoglicemia: queda acentuada de açúcar no sangue, que pode trazer riscos sérios.
  • Estômago “destreinado”: quem não pratica a ingestão de carboidratos durante treinos pode sofrer no dia da prova.
  • Compensação alimentar: fome excessiva ao longo do dia pode anular benefícios.
  • Treinos menos efetivos: falta de energia compromete treinos intervalados e de alta intensidade.
  • Cortisol elevado por muito tempo: pode prejudicar metabolismo, aumentar risco de lesões e afetar a saúde óssea.
  • Imunidade comprometida: estudos mostram maior vulnerabilidade do organismo.
  • Impactos para mulheres: ciclo menstrual, massa muscular e densidade óssea podem ser afetados negativamente.
Como identificar se a prática não funciona para você?

Os sinais de alerta incluem fadiga constante, sono ruim e dificuldade em evoluir no desempenho. Nesses casos, a recomendação é ajustar o treino e buscar acompanhamento médico.

“Correr em jejum não é indicado para todos. Uma avaliação individual com um profissional é fundamental para garantir segurança e resultados”, reforça o Dr. Ranzini.

Ele ainda sugere alguns cuidados para quem deseja experimentar: jantar bem na noite anterior, manter hidratação adequada, evitar treinos muito intensos e respeitar os sinais do corpo.

site: : @webrun_.



Corrida do Lagartão

 


 

 A Corrida do Lagartão está de volta em 2026 para sua 3ª edição, reunindo atletas e entusiastas do esporte em um evento que já virou tradição na cidade de Natal/RN! Com percurso de 5km, o evento é uma grande celebração da saúde, do esporte e da superação.

📅 Data: 25 de janeiro de 2026 (domingo)
📍 Local: Avenida das Fronteiras – Nossa Senhora da Apresentação – Natal/RN
 Programação: 05h30 – Concentração | 06h00 – Largada | 06h50 – Premiação | 08h00 – Encerramento 

De olho no carnaval

 

 


A Corrifolia é uma corrida temática que une esporte, alegria e carnaval em um só ritmo!


Realizada em Ceará-Mirim/RN, o evento acontece no dia 7 de fevereiro de 2026, celebrando a energia dos corredores e o clima contagiante da folia.Com o lema “O ritmo da folia é o seu pace!”, a Corrifolia promete uma experiência vibrante e divertida para atletas, famílias e amantes da corrida.


A CORRIFOLIA 2026 tem a largada prevista para as 6h e concentração dos atletas a partir das 5h30 na Praça de Vagos, localizada na rua Luís Lopes Varela, Conjunto COHAB, Cep. 59570-000, Ceará-Mirim, RN.


O evento tem por objetivo promover a prática esportiva, inclusão e integração entre os participantes.

https://www.ingresso84.com.br/evento/689/corri-folia 

 

Corrida de São Sebastião em Pirangi

 

 



 

 

A corrida de São Sebastião é um evento de corrida de rua, com as distâncias de 5km para corrida e 3km para caminhada, a ser realizada no dia 18 de janeiro de 2026, na praça de São Sebastião em
Pirangi do Norte. A largada se dará em quaisquer que sejam as condições climáticas do dia, desde que não ofereçam riscos aos participantes. As informações oficiais de local, horários, entrega de kits,
e demais informações, devem ser observadas através do Instagram da corrida de São Sebastião: @sebastiaocorridadesao.

 

https://www.ingresso84.com.br/evento/647/corrida-de-sao-sebastiao 

Desafio dos Navegantes em Pitangui

 

 


DESAFIO DOS NAVEGANTES 2026, uma desafiadora Corrida Trail com propósito social.

Detalhes do Evento:

Data: 24 de janeiro de 2026
Horário: 05h30
Local: Praia de Pitangui, Extremoz
Caráter: Evento sem fins lucrativos, de cunho esportivo, social e inclusivo, em alusão à Nossa Senhora dos Navegantes.
Esta é uma excelente oportunidade para fortalecer o espírito de equipe, desfrutar de um desafio esportivo único e apoiar uma causa social importante.

Informações e Inscrições: Para mais detalhes sobre o regulamento e como inscrever sua equipe, acesse: https://www.ingresso84.com.br/evento/708/desafio-dos-navegantes ou entre em contato pelo 84 99865 - 0055 ou 84 99137 - 9131. 

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

O impacto do ômega 3 na performance dos corredores

 

 


A corrida é um esporte que depende não apenas de treino constante, mas também de cuidados com o corpo. Resistência, recuperação muscular e saúde cardiovascular são pontos-chave para quem deseja evoluir. Neste cenário, o ômega 3 vem ganhando destaque como um aliado importante, capaz de oferecer suporte direto ao desempenho esportivo.

Este ácido graxo essencial participa de processos fundamentais no organismo, como a modulação da inflamação, a saúde cerebral e a fluidez das membranas celulares. Para corredores, os efeitos se traduzem em melhor recuperação pós-treino, maior resistência e até menor risco de lesões relacionadas ao esforço repetitivo.

Por que o ômega 3 faz diferença na corrida?

Entre os principais ácidos graxos do ômega 3, estão o EPA (ácido eicosapentaenoico) e o DHA (ácido docosahexaenoico). Ambos atuam diretamente na saúde cardiovascular, na oxigenação dos tecidos e na função cerebral. Estes fatores, combinados, impactam a performance de quem corre longas ou curtas distâncias.

Treinos intensos provocam microlesões musculares e desencadeiam processos inflamatórios. O ômega 3 contribui para reduzir esses efeitos, acelerando a recuperação e diminuindo a sensação de dor muscular tardia. Além disso, ao melhorar o transporte de oxigênio pelo sangue, o nutriente ajuda o corredor a sustentar ritmos mais elevados por mais tempo.

O endocrinologista e médico do esporte Guilherme Renke, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, reforça a relevância do nutriente. “O ômega 3 foi recentemente considerado um suplemento ergogênico que pode ter um papel nesses processos, que não apenas contrastam a inflamação induzida pela atividade física, mas também melhoram a saúde do músculo e sua disponibilidade energética.”

  

Suplementação animal e vegetal

O corpo humano não consegue produzir ômega 3 em quantidades suficientes, o que torna essencial buscá-lo por meio da dieta ou da suplementação. No mercado, existem basicamente duas opções: a de origem animal e a de origem vegetal.

A versão animal vem de peixes de águas frias, como salmão, sardinha e anchova. Neste caso, o nutriente já está disponível em suas formas mais ativas, EPA e DHA, o que facilita a absorção pelo organismo. Para corredores, isso significa benefícios mais diretos na saúde cardiovascular, na resistência e na recuperação muscular.

Já a versão vegetal aparece em sementes de linhaça e chia, nozes, verduras específicas e, principalmente, nas algas marinhas. Nestes alimentos, o que predomina é o ALA (ácido alfa-linolênico), que o corpo precisa converter em EPA e DHA. Embora a taxa de conversão seja baixa, suplementos de algas oferecem boas concentrações desses compostos, tornando-se uma alternativa confiável, especialmente para vegetarianos e veganos.

A suplementação de origem animal costuma ser indicada por oferecer EPA e DHA prontos para uso pelo corpo. Os principais benefícios estão ligados a melhora da saúde cardiovascular, redução de triglicerídeos e lubrificação das articulações, fatores que ajudam a suportar treinos longos e intensos, além de diminuir o risco de inflamações crônicas.

ômega 3 vegano é o nutriente 100% vegetal, encontrado em sementes de linhaça e de chia, nozes e algumas verduras, além de suplementos específicos. Para corredores, esta versão contribui para a recuperação muscular, resistência e saúde do coração, com a vantagem de estar em sintonia com dietas baseadas em vegetais.

Impacto direto no desempenho esportivo

A suplementação com ômega 3 pode reduzir a percepção de esforço durante treinos e provas, permitindo manter ritmos mais elevados com menor fadiga. Outro ponto de destaque é a melhora da função endotelial, que regula a dilatação dos vasos sanguíneos e garante melhor distribuição de oxigênio e nutrientes para os músculos.

A ação anti-inflamatória também se reflete na redução da produção de substâncias ligadas à dor e ao desconforto muscular. Para quem treina com regularidade, esta característica significa menor tempo de recuperação e maior consistência ao longo das semanas.

Seja na forma animal ou vegetal, o ômega 3 é um nutriente de apoio estratégico para corredores. Sua ação vai além da saúde geral, atingindo pontos diretamente ligados ao desempenho, como recuperação muscular, resistência e proteção cardiovascular.

Embora o ômega 3 de origem animal tenha maior biodisponibilidade, o ômega 3 vegano vem se mostrando uma alternativa eficaz para quem segue dietas vegetarianas ou veganas. A escolha depende de valores individuais, preferências alimentares e acompanhamento profissional.

Na rotina esportiva, incluir este nutriente de forma regular pode representar um diferencial importante para alcançar novos resultados. Com recuperação mais rápida, menor risco de lesões e maior capacidade de manter a intensidade nos treinos, corredores encontram no ômega 3 um aliado para evoluir com segurança e consistência.

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