sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

A nova cara da corrida de rua no Brasil tem mais mais mulheres, jovens e pessoas da classe C

 fonte: webrun

A corrida segue crescendo em ritmo acelerado no Brasil e, para além do aumento numérico, os dados mais recentes apontam mudanças comportamentais na forma como os brasileiros correm. A segunda edição do estudo Por Dentro do Corre, realizado pela Olympikus em parceria com a Box1824, revela que 2 milhões de brasileiros começaram a correr em 2025. Com isso, o número total de praticantes chegou a 15 milhões, superando os 13 milhões registrados em 2024 — um crescimento de 15% em apenas um ano, acima do ritmo de crescimento da população mundial no mesmo período, que foi de 0,9%.

Foto: Divulgação

Os corredores estão distribuídos de forma equilibrada entre homens (50%) e mulheres (50%), concentrados majoritariamente na região Sudeste (50%), com forte presença da classe C (43%) e idade média de 34 anos — três anos a menos do que em 2024. Trata-se também de uma comunidade diversa do ponto de vista racial, composta por 43% de pessoas brancas, 36% pardas e 10% pretas.

Os dados confirmam ainda a percepção de quem vive o esporte no dia a dia: a corrida deixou de ser uma moda passageira e se consolidou como estilo de vida, com 81% dos corredores afirmando que pretendem manter a prática nos próximos anos.

A pesquisa foi conduzida em novembro de 2025, por meio de um questionário quantitativo com 1.179 corredores e corredoras de todas as regiões do país, que praticam corrida ao menos uma vez por semana, seja na rua, na academia ou na esteira. O estudo representa a segunda onda de um rastreamento anual criado para acompanhar a evolução da corrida no Brasil de forma contínua e comparável ao longo do tempo.

“A corrida no Brasil está de cara nova. A pesquisa Por Dentro do Corre mostra que ela deixou de ser um esporte focado apenas em performance e passou a fazer parte da vida real das pessoas. Hoje, correr é sobre pertencimento e bem-estar. O crescimento da presença da classe C, dos jovens e das mulheres entre os corredores reforça esse movimento de democratização. A corrida está mais acessível, mais diversa e cada vez mais conectada com o cotidiano do brasileiro”, comenta Márcio Callage, CMO da Olympikus.

Mais do que crescer em número, a corrida mudou de perfil. Mulheres, jovens e pessoas da classe C foram os principais responsáveis pela renovação da base de corredores no último ano. As mulheres lideram a entrada de novos praticantes: 56% começaram a correr há menos de um ano — entre os homens, esse percentual é de 38% — e 32% iniciaram a prática nos últimos seis meses. O estudo também aponta um rejuvenescimento do esporte, com a idade média dos corredores caindo de 37 anos, em 2024, para 34 anos, em 2025, impulsionada principalmente pelo crescimento da faixa etária entre 18 e 24 anos, que passou de 12% para 20% do total e reúne os praticantes mais orientados pela performance.

Outro movimento relevante identificado é a democratização da prática. A participação da classe C avançou de 36% para 43% dos corredores em apenas um ano, reforçando a corrida como um esporte acessível, flexível e adaptável à rotina, ao espaço e ao tempo disponível de cada pessoa.

Em 2025, a corrida se consolidou como o quarto esporte mais praticado no Brasil (14%), atrás apenas da caminhada (39%), da musculação (25%) e do futebol (16%), e à frente do ciclismo (10%). Saúde física, saúde mental e condicionamento seguem como os principais motivadores tanto para iniciar quanto para permanecer na prática. Ganham força conceitos como “correr pouco ainda é correr”, a constância acima do pace e o prazer como motivador central. A pesquisa mostra que a corrida “cumpre o que promete”: quem começa buscando esses benefícios tende a continuar ao perceber melhorias reais no dia a dia.

Apesar disso, a forma de correr mudou. A prática se tornou mais esporádica, com a frequência média semanal caindo de 3,4 para 1,8 vezes, puxada principalmente pelos novos corredores, que ainda buscam formas de encaixar o esporte na rotina. A rua segue como o principal território da corrida, reforçando sua acessibilidade, enquanto trilhas despontam como um novo espaço de expansão, especialmente entre corredores mais experientes e de classes mais altas.

Mesmo com a redução na frequência, a distância média semanal aumentou, passando de 9,2 km para 10,6 km, especialmente entre corredores veteranos. O dado revela um cenário de contraste: enquanto quem já corre há mais tempo consegue evoluir sua quilometragem, os novatos demonstram maior insatisfação com o próprio desempenho, refletindo uma tensão crescente entre o desejo de performance e as limitações práticas do cotidiano.

A corrida também se mostra cada vez mais coletiva. A participação em grupos e assessorias cresceu, e o número de corredores que não fazem parte de nenhuma dessas estruturas caiu oito pontos percentuais em um ano. Esses grupos, no entanto, mudaram de papel: se antes eram vistos principalmente como espaços de acolhimento e segurança, agora se consolidam como facilitadores de performance, com foco na troca de conhecimento, na estrutura de treino e na evolução técnica — uma das mudanças mais significativas entre as duas ondas da pesquisa.

Esse amadurecimento do ecossistema também se reflete no aumento da participação em provas de corrida. Em 2025, 29% dos corredores participaram de eventos, contra 23% em 2024, representando um crescimento de 26% no número de participantes. Embora a maioria ainda não participe, o interesse futuro é elevado, especialmente entre as mulheres.

Para a Box1824, a comparação entre as duas ondas revela uma mudança de fase da corrida no Brasil. “De um ano para o outro, a corrida deixou de ser apenas um fenômeno de crescimento e passou a revelar suas complexidades. Ela está mais diversa, mais jovem e mais democrática, mas também mais pressionada por performance e expectativas. O dado mais impactante é que a corrida entrou definitivamente no mainstream e agora vem encontrando formas de se sustentar culturalmente no longo prazo, como por meio de uma prática mais coletiva e social, que é a cara do Brasil”, afirma Luisa von Mühlen, da Box1824.

Entre os principais obstáculos à prática da corrida, a falta de tempo e a insegurança seguem como as maiores barreiras. Questões relacionadas à segurança dificultam a prática para 32% das mulheres e 25% dos homens, o que ajuda a explicar a maior presença feminina em academias e ambientes controlados. Os dados indicam que a corrida vive um momento-chave: cresce, se populariza e se diversifica, mas enfrenta o desafio de se manter sustentável, prazerosa e acessível. Para a Olympikus, acompanhar essa evolução a partir de uma lente que coloca a comunidade no centro é essencial para compreender não apenas quantas pessoas correm, mas como, por que e em que condições elas continuam correndo.

 

 

 

Corrida da Gente tem segundo lote de inscrições abertas em Natal

 


 

O segundo lote de inscrições para a 2ª Corrida da Gente - Nordestão foi aberto nesta quinta-feira. A prova está marcada para o dia 1º de março, com largada às 5h na nova unidade do Supermercado Nordestão na Rota do Sol, em Natal. A disputa contará com percursos de 5 km e 10 km, pela própria Rota do Sol, no sentido Pirangi.

São esperados 5 mil corredores de todo o estado do Rio Grande do Norte.

Para participar da corrida, os interessados precisam estar cadastrados no aplicativo Nordestão Pra Você, disponível para download na Google Play Store e na App Store. Em seguida, é preciso acessar o site da Doity, plataforma oficial de vendas, inserir o CPF cadastrado e concluir a inscrição, que será liberada automaticamente.

Após o sucesso na realização da primeira edição em 2025, a Atra-E Assessoria e Eventos Esportivos consolida sua presença no segmento de corridas de rua e assina novamente a organização da Corrida da Gente. A empresa tem em seu portfólio provas como a Corrida da Padroeira, a Corrida do Turismo e a Corrida Alvinegra, promovida em parceria com o ABC Futebol Clube, além da etapa Natal da Corrida Centauro Desbrava. 

A Atra-E e o Nordestão projetam uma estrutura ampliada para esta segunda Corrida da Gente, pensada para acolher atletas de diferentes perfis e reforçar o caráter de celebração do esporte e do bem-estar.  

GE/RN

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Caminhar ou Correr: Qual é a Melhor Escolha para Sua Saúde e Emagrecimento?

 


Não existe um “melhor” exercício universal — tudo depende dos seus objetivos e da sua condição física.
A corrida queima mais calorias em menos tempo e acelera o metabolismo de forma mais intensa, sendo excelente para perda de peso e melhora do condicionamento cardiorrespiratório. Em contrapartida, gera maior impacto nas articulações.
Já a caminhada é mais acessível, tem baixo impacto, fortalece ossos, melhora o sistema imunológico e utiliza mais gordura como fonte de energia, tornando-se uma opção mais sustentável a longo prazo, especialmente para iniciantes ou pessoas com limitações articulares. A caminhada inclinada, inclusive, aumenta significativamente o gasto calórico.

Quando escolher CORRER:

  • Perda de peso: maior queima calórica em menos tempo.

  • Condicionamento físico: melhora mais rapidamente a capacidade cardiorrespiratória.

  • Pós-treino: mantém o metabolismo acelerado por mais tempo (efeito EPOC).

  • Indicado para: quem já possui bom condicionamento físico e não apresenta problemas articulares.

Quando escolher CAMINHAR:

  • Iniciantes: permite adaptação gradual do corpo, reduzindo o risco de lesões.

  • Saúde articular e óssea: baixo impacto, com fortalecimento dos ossos sem sobrecarga.

  • Sistema imunológico: melhora a atuação das células de defesa do organismo.

  • Queima de gordura: utiliza mais gordura como fonte de energia e é mais sustentável.

  • Indicado para: pessoas com sobrepeso, problemas articulares ou que estão iniciando a prática de exercícios.

A melhor estratégia:

  • Variedade: alternar caminhada (especialmente com inclinação) e corrida potencializa os benefícios, quando não há restrições físicas.

  • Consistência: a regularidade é mais importante que a intensidade inicial para emagrecimento e saúde.

  • Progressão: começar caminhando e evoluir gradualmente para a corrida ajuda a prevenir lesões.

Em resumo:
A corrida é mais eficiente para queimar calorias e melhorar o condicionamento físico, enquanto a caminhada é mais segura, acessível e sustentável, sendo ideal para iniciantes e para quem busca uma queima de gordura mais focada, especialmente quando realizada com inclinação
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Dica de saúde

 

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Caio Bonfim e Gabriela Muniz vencem a meia-maratona da Copa Brasil de Marcha Atlética 2026

 



 

                                  Currais-novense Winston, ao lado de Caio Bonfim

Neste domingo (25/01), em Brasília, “donos da casa” dominaram tanto no masculino, quanto no feminino. É o 15º título de Caio na Copa Brasil. Evento teve o mesmo percurso do Mundial por Equipes, que acontecerá na Capital Federal, em abril.

Caio Bonfim e Gabriela Muniz vencem a meia-maratona da Copa Brasil de Marcha Atlética 2026

Foto: Gabriela Muniz

Os brasilienses Caio Bonfim (BRA) e Gabriela Muniz (BRA) foram os grandes vencedores da meia-maratona da Copa Brasil de Marcha Atlética 2026, realizada na manhã deste domingo (25), em Brasília.

Atual campeão mundial dos 20 km e atleta do CASO (Centro de Atletismo de Sobradinho), do Distrito Federal, Caio Bonfim venceu a prova masculina — a sua primeira competição após o título conquistado no Japão — ao completar os 21,0975 km em 1:28.00s.

No feminino, Gabriela Muniz, também representante do CASO, garantiu o lugar mais alto do pódio ao cruzar a linha de chegada com o tempo de 1:45.01s.

A medalha de prata ficou com a catarinense Mayara Vincentainer, que marcou 1:50.00s, seguida por Larissa Fróes, que conquistou o bronze com 1:52.51s.

Entre os homens, o segundo colocado foi Matheus Corrêa (BRA), que completou o percurso em 1:32.05s.

A prova contou ainda com a presença do curraisnovense Winston, que atualmente mora em Brasília e acompanhou de perto a disputa.

 

terradaxelita 

sábado, 10 de janeiro de 2026

Dicas, da webrun, para saber quando fazer um check-up ortopédico mesmo sem sentir dor

 


 Webrun 

Muita gente só procura um ortopedista quando a dor chega e, muitas vezes, quando o problema já está instalado. Mas, segundo o ortopedista, especialista em joelho, medicina esportiva e regenerativa, Adílio Bernardes, o check-up ortopédico deve ser visto como uma forma de prevenção, não apenas de tratamento. A seguir, o médico traz dicas essenciais para entender quando essa avaliação é necessária e por que ela faz diferença em todas as fases da vida.

  1. Faça check-up mesmo sem sintomas

Problemas ortopédicos costumam evoluir silenciosamente. Alterações na cartilagem, tendões, músculos e ossos podem surgir muito antes da dor aparecer. A avaliação preventiva evita que processos degenerativos avancem.

  1. Observe sinais discretos do corpoVocê não precisa sentir dor intensa para procurar ajuda. Procure um ortopedista se notar:
  • inchaço persistente,
  • rigidez ao acordar,
  • estalos frequentes,
  • formigamentos,
  • perda de força,
  • instabilidade,
  • alteração na marcha ou em movimentos simples.
    Até febre sem causa aparente pode ser um alerta.

  1. Atletas precisam de mais atenção
    Treinos intensos aumentam o risco de lesões. De acordo com Adílio, atletas de alto rendimento devem fazer check-up a cada 6 meses. Já praticantes regulares, uma vez por ano e iniciantes, especialmente acima dos 40, precisam de avaliação antes de elevar a carga de exercícios.
  2. Quem já teve lesões deve acompanhar regularmente Pessoas que já tiveram entorses, fraturas, cirurgias, tendinites ou desgaste articular precisam de avaliação periódica para evitar recidivas.
  3. Idosos devem manter avaliação contínua Com o envelhecimento, aumentam os riscos de artrose, osteoporose, perda muscular e quedas. O check-up ajuda a preservar autonomia, força e equilíbrio.
  4. Crianças e adolescentes também precisam de atenção Alterações de postura, dor persistente, escoliose e prática esportiva intensa justificam avaliação ortopédica na infância e adolescência.
  5. Pessoas com sobrepeso devem se cuidar mais cedo O excesso de peso acelera o desgaste das articulações, principalmente joelhos e coluna. A avaliação ajuda a detectar precocemente alterações degenerativas e inflamatórias.
  6. Fique atento ao tipo de exame solicitado O especialista explica que os exames variam conforme a necessidade sendo o raio-x para desgaste ou deformidades; ressonância magnética para cartilagem, ligamentos e tendões; ultrassonografia para tendinites e exames laboratoriais para investigar vitamina D, inflamação, metabolismo ósseo e risco de osteoporose e sarcopenia.
  7. Check-up é diferente de consulta por dor Adílio alerta que quando o paciente busca atendimento por dor, a patologia já se instalou. “O check-up é justamente o contrário, ele permite agir antes que o problema apareça, preservando mobilidade, prevenindo lesões e garantindo um envelhecimento mais saudável”, explica.

 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Corridas fora do asfalto com a HTR em 2026 - Salve as datas das aventuras

 

 


Fala aventureiros, tem novidade no RN.
Chegou o TREKKING, a mais nova modalidade do HTR e o calendário definido:

 
1° etapa: 29/03
2° etapa: 28/06
3° etapa: 06/09

 

E o Trail Run, corrida em trilhas já com a 1º etapa definida na cidade Arês.

Demais datas dos eventos:


1° etapa: 22/02 
2° etapa: 26/04
3° etapa: 12/07
4° etapa: 18/10 

 

mais detalhes no insta 



Correr em jejum: riscos, benefícios e recomendações

 

Para entender melhor os impactos da corrida em jejum no organismo, ouvimos o médico do esporte Roberto Ranzini, que explicou os principais riscos e possíveis benefícios dessa prática.

Correr em jejum: riscos, benefícios e recomendações
Adobe Stock
O que acontece com o corpo quando se corre em jejum?

“Correr de estômago vazio pode provocar queda nos níveis de glicose no sangue, gerando tontura, fraqueza e até desmaios”, alerta o Dr. Ranzini.

Segundo ele, quem possui alguma condição médica deve ter atenção redobrada e buscar orientação profissional antes de adotar esse tipo de treino, já que os efeitos adversos podem comprometer a saúde do atleta.

Entre os riscos apontados estão:

  • Desempenho prejudicado: a falta de carboidratos reduz a capacidade de treinar em alta intensidade.
  • Aumento do cortisol: o exercício em jejum eleva esse hormônio do estresse.
  • Queima de gordura limitada: apesar da ideia popular, estudos sugerem que a corrida em jejum não aumenta a oxidação de gordura.
  • Desconfortos gastrointestinais: após o jejum, consumir alimentos pesados pode causar náusea e indigestão.
Possíveis benefícios

O especialista ressalta que os efeitos positivos variam de pessoa para pessoa, sendo fundamental testar e ajustar conforme a resposta individual. Entre as vantagens mais citadas estão:

  • Praticidade: pular o café da manhã e correr cedo encaixa-se na rotina de muitos corredores.
  • Menos desconforto estomacal: treinar em jejum pode evitar problemas digestivos causados pela refeição pré-treino.
  • Maior uso da gordura como energia: sem glicogênio disponível, o corpo tende a recorrer às reservas de gordura.
  • Alterações metabólicas benéficas: melhor regulação da insulina e possível redução do colesterol.
  • Auxílio na perda de peso: quando associado a uma alimentação equilibrada, pode contribuir para mudanças na composição corporal.
Principais riscos e desvantagens

Apesar das vantagens, o Dr. Ranzini alerta para pontos de atenção. “O exercício faz com que o açúcar no sangue despenque. Se você já está começando em um estado esgotado, pode estar causando graves problemas de saúde.”

Entre os riscos mais citados estão:

  • Hipoglicemia: queda acentuada de açúcar no sangue, que pode trazer riscos sérios.
  • Estômago “destreinado”: quem não pratica a ingestão de carboidratos durante treinos pode sofrer no dia da prova.
  • Compensação alimentar: fome excessiva ao longo do dia pode anular benefícios.
  • Treinos menos efetivos: falta de energia compromete treinos intervalados e de alta intensidade.
  • Cortisol elevado por muito tempo: pode prejudicar metabolismo, aumentar risco de lesões e afetar a saúde óssea.
  • Imunidade comprometida: estudos mostram maior vulnerabilidade do organismo.
  • Impactos para mulheres: ciclo menstrual, massa muscular e densidade óssea podem ser afetados negativamente.
Como identificar se a prática não funciona para você?

Os sinais de alerta incluem fadiga constante, sono ruim e dificuldade em evoluir no desempenho. Nesses casos, a recomendação é ajustar o treino e buscar acompanhamento médico.

“Correr em jejum não é indicado para todos. Uma avaliação individual com um profissional é fundamental para garantir segurança e resultados”, reforça o Dr. Ranzini.

Ele ainda sugere alguns cuidados para quem deseja experimentar: jantar bem na noite anterior, manter hidratação adequada, evitar treinos muito intensos e respeitar os sinais do corpo.

site: : @webrun_.



Corrida do Lagartão

 


 

 A Corrida do Lagartão está de volta em 2026 para sua 3ª edição, reunindo atletas e entusiastas do esporte em um evento que já virou tradição na cidade de Natal/RN! Com percurso de 5km, o evento é uma grande celebração da saúde, do esporte e da superação.

📅 Data: 25 de janeiro de 2026 (domingo)
📍 Local: Avenida das Fronteiras – Nossa Senhora da Apresentação – Natal/RN
 Programação: 05h30 – Concentração | 06h00 – Largada | 06h50 – Premiação | 08h00 – Encerramento 

De olho no carnaval

 

 


A Corrifolia é uma corrida temática que une esporte, alegria e carnaval em um só ritmo!


Realizada em Ceará-Mirim/RN, o evento acontece no dia 7 de fevereiro de 2026, celebrando a energia dos corredores e o clima contagiante da folia.Com o lema “O ritmo da folia é o seu pace!”, a Corrifolia promete uma experiência vibrante e divertida para atletas, famílias e amantes da corrida.


A CORRIFOLIA 2026 tem a largada prevista para as 6h e concentração dos atletas a partir das 5h30 na Praça de Vagos, localizada na rua Luís Lopes Varela, Conjunto COHAB, Cep. 59570-000, Ceará-Mirim, RN.


O evento tem por objetivo promover a prática esportiva, inclusão e integração entre os participantes.

https://www.ingresso84.com.br/evento/689/corri-folia