Circuito de Corridas do servidor Nota potiguar retorna em março na cidade de Nova Cruz. serão 5k de corrida e caminhada e será realizada na praça de eventos no sabado dia 22 de março as 19 horas
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PUBLICAÇÃO DO TRIBUNA DO NORTE 25/02
A morte trágica de um ciclista na avenida Salgado Filho, em Natal, reacendeu o debate sobre a segurança viária para ciclistas e amantes da bicicleta no Rio Grande do Norte. Segundo números da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesed), o RN registrou a morte de pelo menos 121 ciclistas em todo o Estado nos últimos cinco anos. Para especialistas e entidades representativas de ciclistas no Estado, a falta de estrutura nas cidades aliada à imprudência no transito e desconhecimento da legislação são fatores que ocasionam a crescente na morte dos ciclistas.
Em 2025, o RN já registra casos de mortes em Mossoró, Natal e atropelamentos em Extremoz, Parnamirim e em outras cidades. Na semana passada, um homem de 29 anos foi preso em Extremoz, após atropelar dois ciclistas. Uma das vítimas sofreu ferimentos graves.
Segundo o presidente da Associação dos Ciclistas do Rio Grande do Norte (Acirn), Fabiano Silva, os casos envolvendo acidentes com ciclistas têm crescido ano a ano desde a pandemia, que fez o número de ciclistas nas ruas disparar. “Encaramos isso com enorme preocupação esses sinistros de trânsito. Esse período de pandemia dobrou o número de ciclistas nas ruas, com as pessoas evitando o transporte público por conta das questões sanitárias e indo para as ruas através de bicicletas. É o lado bom da coisa, mas os números de acidentes com ciclistas aumentou”, cita. Ele acrescenta ainda que o que tem ocasionado os acidentes no Estado e em Natal é a falta de estrutura e segurança viária.
Segundo o inspetor de trânsito Kaasten Carlos, da Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal, é importante que motoristas se conscientizem cada vez mais acerca da legislação de trânsito, que em artigos específicos, protege os ciclistas.
“Temos o artigo 201 que fala que qualquer motorista deve manter distância mínima de 1,5m ao ultrapassar um ciclista. Temos ainda o artigo 220 em que o condutor reduza a velocidade. Quando o agente não observa que essa regra está sendo seguida, ocorre a infração, e ele autua o condutor infrator. Para onde existe infraestrutura cicloviária, temos em Natal o artigo 193, que proíbe qualquer outro veículo que não a bicicleta, trafegando em ciclovia ou ciclofaixa. A multa é de R$ 880 e 7 pontos na carteira”, explica.
Recentemente, a cidade de Natal chegou a registrar 100km de em ciclovias e ciclofaixas espalhadas em várias ruas e regiões da cidade. Os avanços recentes, que fazem parte do Plano Cicloviário de Natal, tem como objetivo garantir a segurança e a melhoria dos deslocamentos feitos pelos usuários de bicicletas no município, além de oferecer conectividade deste modal com outros modais de transportes.
Em entrevista à Jovem Pan News Natal, a especialista em gestão de infraestruturas e engenheira civil, Isabel Magalhães Amorim, disse que, embora Natal tenha registrado avanços significativos na implementação de infraestrutura para pedestres e ciclistas, como faixas de pedestres em meio de quadra e ciclovias, os desafios relacionados à segurança persistem. Ela atribui essa dificuldade a uma cultura nacional que privilegia o uso de automóveis particulares, dificultando a plena integração de outros modais no trânsito.
“Infelizmente, essa não é uma questão exclusiva de Natal, mas um reflexo de um problema cultural enraizado no Brasil. Nossa sociedade ainda possui uma mentalidade fortemente rodoviarista, com foco no uso do automóvel particular”, explica.
Em uma tarde de observação em ruas de grande circulação na capital, é possível observar ciclistas driblando os carros e motos em busca de espaço e em muitos casos, dividindo faixas com ônibus. Na maioria dos casos, o respeito não é sentido pelos ciclistas.
“Eu percebo que precisamos de mais ciclovias, porque divide-se as passagens dos ônibus com bicicletas. Mesmo ele dando um espaçozinho, o vento e a velocidade podem causar acidentes. E eu que ando com cargas pesadas fico numa situação ainda pior. Graças a Deus nunca tive acidente, mas quando vejo carro grande já vou para calçada”, explica o entregador de uma conveniência na zona sul, Josinaldo Faustino, 48 anos.
O caso
Um médico oftalmologista identificado como Araken Britto morreu na manhã desta segunda-feira (24) após ser atropelado por um caminhão enquanto trafegava na avenida Hermes da Fonseca, no sentido Centro/zona Sul, em Natal.
Ele estava pedalando uma bicicleta junto a outros ciclistas, por volta das 5h30, no momento do acidente em que foi atingido pelo veículo e morreu no local. Araken Britto, renomado médico oftalmologista, era conhecido não apenas por sua carreira na medicina, mas também por sua paixão pelo ciclismo. Regularmente, o profissional participava de passeios que reuniam até 20 ciclistas, prática que realizava pelo menos duas vezes por semana, partindo do bairro da Ribeira.
O motorista da carreta envolvido no acidente prestou depoimento na delegacia e foi liberado. No momento do acidente, ele fez teste do bafômetro, que acusou negativo
A Polícia Civil disse ainda que o motorista era habilitado para dirigir o veículo. A informação foi confirmada pela Polícia Civil, que disse ter realizado os procedimentos legais. O caso é investigado pela Delegacia Especializada em Crimes de Trânsito (DECT).
Em nota, a Federação Norte-Rio-Grandense de Ciclismo lamentou a morte do médico e pediu providências. “Apelamos a todos os motoristas, ciclistas e pedestres: precisamos cultivar uma cultura de respeito mútuo. É essencial que promovamos o entendimento de que todos têm o direito de circular com segurança. As ruas são para todos, e somente através da conscientização e do respeito podemos construir um ambiente mais seguro para todos os usuários do trânsito”, disse no comunicado.
A Corrida da Água da Caern 2025 está com inscrições abertas e será será realizada no dia 22 de março deste ano, com largada no Clube da Assec, em Natal, vizinho ao Campus Universitário. O evento terá as categorias, incluindo Geral (masculino e feminino), Servidor Caern (masculino e feminino), Pessoa com Deficiência (PcD) com opções de 6km e 12km, e a categoria Kids para crianças até 13 anos.
A largada da corrida será dividida em três momentos: às 16h para os atletas da categoria Geral e PcD que irão percorrer 12km, às 16h10 para a categoria Geral e PCD com percurso de 6km, e às 16h30 para a categoria Kids. As inscrições para a corrida podem ser feitas através do site http://www.corridadaagua.com.br até o dia 15 de março de 2025. O valor da inscrição para o lote único da categoria Geral (6km e 12km) é de R$ 139,00, enquanto a inscrição para a categoria Kids custa R$ 109,00.
Concentração A Partir Das 4h, Com Largada às 5h15 Com Qualquer Condição Climática Em Frente Ao Clube Que Fica Localizado Na Av. Presidente Bandeira 1158 Alecrim
30/03/2025 - 05:15h
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Durante o verão, as temperaturas elevadas aumentam a transpiração e exigem uma maior ingestão de líquidos. Para pessoas comuns, a desidratação pode se traduzir em cansaço excessivo, dor de cabeça e até confusão mental. Já para quem pratica atividades físicas, a situação pode ser ainda mais crítica. A falta de hidratação adequada pode prejudicar a performance, aumentar o risco de lesões e até causar sérios problemas de saúde, como a desidratação severa
“A hidratação adequada é essencial não apenas para o bom funcionamento do organismo, mas também para garantir que o corpo tenha a energia necessária para enfrentar as altas temperaturas e o aumento da atividade física”, destaca Dereck.
A quantidade ideal de água varia de pessoa para pessoa, segundo o nutricionista. “A recomendação básica para adultos é consumir aproximadamente 2,5 a 3 litros de água por dia, mas, no verão, pode ser necessário mais para repor o que é perdido pelo suor.”
A ingestão de água é fundamental para a manutenção de várias funções corporais, como a regulação da temperatura, o transporte de nutrientes e a remoção de toxinas. Durante a prática de atividades físicas, principalmente em ambientes externos, a transpiração aumenta, o que pode levar a uma rápida perda de líquidos e sais minerais. Resultando em fadiga, dificuldade de concentração e, em casos extremos, em condições mais graves, como câimbras ou desidratação severa.
“Para os atletas, a hidratação não deve ser apenas uma preocupação antes e depois do treino, mas durante toda a atividade. Em treinos prolongados ou intensos, é importante realizar a reposição não só de água, mas também de eletrólitos, como sódio, potássio e magnésio, que são perdidos pelo suor”, completa o nutricionista.
O nutricionista dicas importantes podem ajudar tanto a população geral quanto os atletas a manterem-se bem hidratados no verão:
1. Beba água: Não espere sentir sede para se hidratar. A sede é um sinal de que seu corpo já está começando a se desidratar.
2. Prefira bebidas isotônicas para atividades intensas: Para quem pratica atividades físicas, especialmente por longos períodos ou em climas muito quentes, as bebidas isotônicas ajudam a repor os líquidos e os eletrólitos perdidos.
3. Incorpore alimentos ricos em água: Frutas como melancia, laranja, pepino e morango são ótimas fontes de hidratação.
4. Evite bebidas alcoólicas: Elas podem promover a perda de líquidos e dificultar a hidratação.
5. Preste atenção aos sinais do corpo: Se sentir fadiga excessiva, tontura ou cãibras, é sinal de que o corpo precisa de líquidos e eletrólitos imediatamente
fonte: webrun.com.br
site do mais corredores - corrido do servidor Nota potiguar em janeiro
O que você sabe sobre treinar em excesso?
Num passado não tão distante a regra básica era que os corredores deveriam correr e os levantadores de peso deveriam fazer musculação. A preparação física para corredores era correr cada vez mais, até que vieram os treinos intervalados e regenerativos de Bowerman e Prefontaine, quando ficou bem definido que depois de um dia de treino intenso, deve-se treinar leve.
Nos anos 70, o então treinador da Universidade de Oregon, Bill Bowerman,treinava diversos competidores de elite, entre eles o recordista americano de diversas distâncias Steve Prefontaine. Entre suas teorias revolucionárias, ele contrariou os formatos de treinamento da época, em que os atletas costumavam pegar pesado vários dias da semana antes de descansar ou realizar uma atividade leve.
Hoje, vamos muito além desse conhecimento. Sabemos a partir de artigos científicos que o movimento e o fortalecimento leves, quando bem aplicados, são fisiologicamente importantes pelo efeito da mecanotransdução, ou seja, a explicação de como o estímulo mecânico atua sobre a célula muscular para que ela produza fibras estruturais que possibilitem a regeneração tecidual. Este processo ocorre também no alongamento e no fortalecimento.
Foto: Fotolia
Mas, muito além de estudos científicos, é importantes trazer essas informações para nossa realidade e entender como isso interfere no nosso treino diretamente. Não é possível fazer um treino de fortalecimento agressivo, seja ele qual for: pilates, crossfit, musculação, treinamento funcional, etc, sem aumentar as microlesões que foram adquiridas durante o treinamento intenso de corrida. É bom entender que sou totalmente a favor desses tipos de fortalecimentos, mas quando feitos com consciência e planejamento.
Portanto, a regra é bem simples: o que te prepara para o seu esporte principal, para o qual você realmente está treinando para ter resultado, não pode ser agressivo a ponto de causar dor. A não ser que esteja num planejamento de início de temporada para ganho de massa muscular, o trabalho de força tem sempre que ser regenerativo para o corredor e nunca lesivo.
Trocando em miúdos: menos é mais!
Fonte: Claudio Cotter - site webrun.com.br
O Ticket Sports, maior plataforma de venda de inscrições para eventos esportivos da América Latina, acaba de disponibilizar o levantamento anual sobre o “Perfil do Atleta Brasileiro”. E ela revela um aumento expressivo na participação de atletas do Nordeste, que passou de 9% em 2023 para 22,3% das inscrições no ano passado, consolidando-se como a segunda região com maior número de esportistas. O Sudeste ainda lidera, com 51% das inscrições, embora tenha registrado uma queda expressiva em relação ao ano anterior, quando representava 60,2% do total.
O crescimento do Nordeste reflete a ampliação do interesse e acesso à prática esportiva dos moradores da região, além de estar possivelmente relacionado ao turismo, já que 48% de todos os atletas inscritos (de todas as regiões) competiram em eventos fora de suas cidades ou estados. As demais regiões mantiveram números semelhantes aos registrados nos anos anteriores no estudo.
Em 2024, tivemos algumas corridas na região como a 39ª Corrida Cidade de Aracaju, a Meia Maratona de João Pessoa, a Maratona Salvador, a Meia Maratona 21K Sergipe Run e a 6ª Meia Maratona Cometa, que se destacaram não apenas pela quantidade expressiva de participantes, mas também pela crescente relevância internacional. Com uma média estimada de 9% de estrangeiros entre os participantes das principais provas, o apelo turístico do Nordeste brasileiro reforça o potencial dessas competições como grandes vitrines do esporte nacional.
“Os dados do Nordeste destacam o crescente interesse dos atletas da região, não apenas em participar de eventos locais, mas também em competir fora dela. Esse fenômeno reforça a importância da região, reconhecendo seu potencial e evolução, e sublinha a necessidade de intensificar os investimentos e ampliar o apoio ao Nordeste”, afirma Daniel Krutman, CEO do Ticket Sports.
O estudo divulgado é resultado da análise de mais de 1 milhão e 800 mil inscrições vendidas e 2.500 eventos abertos na plataforma ao longo de 2024. O ano que terminou teve ainda um cenário com novos participantes e um crescimento orgânico em relação a 2023 na plataforma.
“Uma das tendências para 2025 é a preocupação com a escolha de percursos que tenham apelo turístico, como praias famosas ou locais icônicos das cidades, valorizando o potencial de atração de atletas e visitantes estrangeiros. Além disso, conseguimos observar a apropriação das cidades para treinos, com exemplos como João Pessoa, onde a prática esportiva é incentivada. Esses são indicadores de como as provas no Nordeste tendem a crescer, reforçando a importância de enxergar a região como estratégica”, comentou Gabriela Donatello,Head de Marketing Ticket Sports.
Caio Carvalho, Diretor de novos projetos da plataforma, também comenta algumas tendências da região para as provas de corrida. “O clima quente do Nordeste brasileiro oferece um cenário ideal para o crescimento de provas noturnas nos próximos anos. Essas corridas, associadas a eventos com iluminação especial, música regional e festas pós-prova, têm tudo para atrair não apenas corredores, mas também espectadores”, disse.
Além disso, a sustentabilidade tem se tornado uma pauta fundamental. “Cada vez mais eventos devem aderir a práticas como a redução de plásticos, a neutralização de carbono e o engajamento com comunidades locais. Um exemplo recente é a parceria entre a Federação Baiana de Surf e a Mecenas da Vida, em Itacaré, que promove iniciativas alinhadas a esses valores”, finalizou.
Não foi apenas a região Nordeste que registrou aumento no número de inscritos. Em 2024, observou-se um crescimento no número de jovens entre 15 e 25 anos, que agora representam quase 11% do total de participantes em comparação aos 7,9% registrados anteriormente. A participação feminina também teve um avanço, alcançando 49,9% do total de inscrições, retornando aos níveis observados antes da pandemia.
Os números fazem parte de uma série de informações apresentadas pelo Ticket Sports com o objetivo de colaborar com os organizadores de eventos esportivos. O estudo completo está disponível gratuitamente na plataforma da empresa, reforçando uma das suas principais missões de fornecer conhecimento e fomentar ainda mais o mercado running.
Link do levantamento – https://materiais.ticketsports.com.br/perfil-do-atleta-brasileiro-2024
O Atletismo Brasil está em festa e comemora o reconhecimento às conquistas de Caio Bonfim - ganhador da inédita medalha de prata na marcha atlética 20 km nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Caio foi eleito o Melhor Atleta do Ano - Troféu Rei Pelé no 25º Prêmio Brasil Olímpico (PBO) do Comitê Olímpico do Brasil (COB).
Caio saiu carregado do Oscar do esporte brasileiro. Ainda ganhou os troféus de Atleta da Torcida, por votação popular, e o Melhor do Ano no Atletismo. A cerimônia de entrega dos troféus, apresentada pelos artistas Larissa Manuela e Paulo Vieira, foi realizada na noite desta quarta-feira (11/12), no Vivo Rio (Rio de Janeiro).
A campeã olímpica da ginástica artística Rebeca Andrade ficou com o Troféu Rei Pelé entre as mulheres. Fora do Brasil, mandou uma mensagem de agradecimento. Caio foi o Melhor do Ano do Atletismo pela terceira vez (2024, 2023 e 2017) no Prêmio Brasil Olímpico.
O marchador viaja nesta quinta-feira (12/12) para a disputa dos 35 km do World Race Walking Tour, categoria bronze, no Parque St Anne's de Dublin, Irlanda, no domingo (15/12). Caio já competiu a Olimpíada de Paris, com o índice dos 20 Km assegurado para o Mundial de Tóquio 2025 (Japão), que será realizado 13 a 21 de setembro. Agora quer o índice para os 35 km também (a marca fixada pela World Athletics é de 2:28:00
Fonte: Webrun
O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SEEC) e da Subsecretaria de Esporte e Lazer (SEL), promove neste sábado (14), às 16h, mais uma edição da tradicional Corrida e Caminhada Natalina. O evento terá sua largada na Praça Pedro Velho, também conhecida como Praça Cívica, com percursos de 3 km (caminhada) e 5 km, com a expectativa de 1.500 participantes.
As inscrições foram realizadas gratuitamente através do perfil oficial da SEL no Instagram (@esportelazerrn). Para a retirada dos kits, os inscritos devem entregar uma lata de leite (380g) ou dois sacos de leite em pó de (200g). A entrega será feita nesta sexta-feira (13), das 9h às 18h, e no sábado (14), das 9h às 12h na Escola de Governo, localizada no Centro Administrativo do Estado.
O professor Manoel Modesto da Silva Junior, de 69 anos, será homenageado na Corrida e Caminhada Natalina 2024 por sua contribuição ao esporte do Rio Grande do Norte. Com uma trajetória vitoriosa como atleta, técnico, professor, e coordenador. Modesto marcou gerações nos JERN'S, conquistou títulos em escolas, atuou internacionalmente como técnico de ciclismo, e em 2015 antes de ser acometido por 2 AVCs, colaborou com o Comitê Olímpico Brasileiro. Reconhecido por sua dedicação e paixão pelo esporte, seu legado segue vivo na memória dos Jogos Escolares e no desenvolvimento esportivo do estado.
Segundo o Subsecretário do Esporte e Lazer, Cezinha Nunes, o evento reflete a missão de fomentar a prática esportiva e promover integração social: “Estamos muito felizes em realizar mais uma edição desta corrida e caminhada que já é uma tradição no nosso calendário. É uma oportunidade de unir esporte, saúde, lazer e solidariedade em um momento especial como o Natal.”
Todos os participantes receberão medalhas personalizadas em reconhecimento à sua participação. Já os troféus serão entregues aos melhores classificados nas diversas categorias e faixas etárias, tanto no masculino quanto no feminino. A premiação celebra o esforço e dedicação dos atletas que se destacam na competição. A Corrida e Caminhada Natalina é mais que um evento esportivo: é um convite à saúde e ao espírito de solidariedade.
A “1ª São Silvestre da Cerveira”, será realizada no dia 31 de dezembro de 2024, na cidade do Natal, nas distâncias de 7,5 e 15kmc com duas largadas. A largada dos 7,5 km será na Cervejaria Oktos na Via Costeira e a dos 15km será na Escola Estadual José Fernandes Machado (Machadão), na Av. Praia de Muriú, ambas as chegadas serão na Praça Cívica.
O início do evento está previsto para às 5h percurso dos 15km e 5:30h percurso 7,5km.
https://doity.com.br/saosilvestrecerveira-2024
As compressas frias são recomendadas para o tratamento de torções, distensões e hematomas após a ocorrência da lesão. Por outro lado, as compressas quentes são úteis para aliviar dores decorrentes de espasmos musculares, rigidez e dores articulares.
“Elas representam uma das formas de tratamento mais simples e acessíveis que temos no nosso cotidiano. Compressas frias, que não se limitam apenas ao uso de gelo, são geralmente indicadas para casos mais agudos. Já as quentes, também são recomendadas para lesões crônicas ou mais antigas, onde há uma necessidade maior de relaxamento muscular e alívio da rigidez na área afetada” , afirma Luana Sousa, professora de Fisioterapia da UNINASSAU Graças.
É importante evitar a aplicação de compressas frias em caso de sinais de má circulação ou problemas cardíacos. Da mesma forma, nunca use as quentes em lesões agudas, infecções ou regiões com inflamação significativa, pois isso pode agravar a situação. “Os panos úmidos costumam ser a primeira alternativa a ser utilizada em casa quando surge qualquer tipo de dor. Se, após a aplicação da compressa, não houver uma melhora, a orientação é buscar uma unidade de pronto atendimento para que o médico possa realizar uma avaliação mais aprofundada”, pontua.
Materia original no site webrun
matéria original no site webrun.com
As corridas de rua e as corridas de trilha são modalidades que têm conquistado corredores de diferentes perfis e objetivos. O “boom” das corridas de rua nos últimos anos tem atraído muitos iniciantes, mas também despertado o interesse por novos desafios, levando diversos atletas amadores a migrarem para as trilhas. No entanto, cada uma dessas modalidades exige uma preparação e abordagem distintas, e entender as diferenças entre elas é essencial para quem busca evoluir de maneira segura e eficaz.
Ao fazer a transição para as corridas de trilha, é importante lembrar que essa modalidade, embora seja uma excelente maneira de desafiar seu corpo e explorar a natureza, exige mais preparação física, técnica e mental do que a corrida de rua. A adaptação precisa ser gradual, com atenção ao terreno, ao equipamento e à estratégia de treino. Como o próprio Almeidinha afirma: “A corrida de trilha é uma excelente maneira de desafiar seu corpo e explorar a natureza, mas exige um pouco mais de preparação física, técnica e mental do que a corrida de rua. Comece devagar, escolha trilhas adequadas ao seu nível, invista em um bom tênis, e gradualmente aumente o desafio à medida que ganha experiência e confiança. A chave é aproveitar o processo e aprender a correr de forma segura e eficiente em terrenos mais naturais”.
Para esclarecer esses aspectos, o Webrun conversou com Luiz Henrique Almeida, mais conhecido como Almeidinha, treinador de corrida com vasta experiência em trilhas, que nos ajuda a entender as principais características do terreno, os desafios físicos, o ritmo e as demandas psicológicas de cada uma dessas modalidades.
Corrida de rua – o percurso de uma corrida de rua é tipicamente pavimentado, com asfalto ou calçadas. O terreno é regular e previsível, o que facilita o avanço sem grandes surpresas. Esse tipo de superfície proporciona uma experiência mais uniforme para o corredor, permitindo que ele foque em manter um ritmo constante.
Corrida de trilha – já as corridas de trilha acontecem em terrenos naturais e irregulares, com uma variedade de superfícies que incluem areia, lama, pedras, raízes e mudanças de altimetria. A imprevisibilidade do solo exige muito mais atenção e cautela, tornando cada passo um desafio adicional. Isso pode tornar a corrida mais divertida, mas também mais arriscada.
Corrida de rua – embora as corridas de rua possam ser fisicamente exigentes, elas tendem a focar mais na resistência e no ritmo constante. O terreno plano e regular permite que o corredor se concentre mais na velocidade e na manutenção de um ritmo ao longo do percurso, com menos demanda de força muscular.
Corrida de trilha – as corridas de trilha, por sua vez, são desafiadoras não só pela resistência, mas também pela força e agilidade exigidas. Subidas, descidas e obstáculos naturais, como raízes e pedras, demandam mais controle e preparo físico, além de equilíbrio. A necessidade de adaptação contínua ao terreno instável pode ser cansativa, mas, ao mesmo tempo, mais gratificante.
Corrida de rua – corredores de rua costumam usar tênis leves, específicos para asfalto, que oferecem conforto e velocidade. Esses tênis são desenhados para suportar longos percursos em superfícies duras e lisas, priorizando o amortecimento.
Corrida de trilha – para correr em trilhas, é essencial usar tênis com solados mais robustos e aderentes, capazes de garantir estabilidade em terrenos irregulares. Além disso, os modelos de tênis para trilha oferecem mais proteção, principalmente na biqueira, já que as pedras e raízes podem ferir os pés durante o percurso.
Corrida de rua – nas corridas de rua, o ritmo tende a ser constante, com foco em velocidade. A principal estratégia é manter o desempenho sem grandes variações, ajustando-se apenas ao clima e ao cansaço. O corredor se preocupa mais em sustentar o ritmo ao longo do percurso.
Corrida de trilha – em corridas de trilha, o ritmo é muito mais variável, dependendo do tipo de terreno e das condições do percurso. Durante subidas, o ritmo é naturalmente mais lento, enquanto nas descidas pode ser mais rápido. A estratégia envolve adaptar-se continuamente ao terreno e controlar o esforço físico, aproveitando os momentos de plano para recuperar e se preparar para os desafios seguintes.
Corrida de rua – embora o ambiente urbano das corridas de rua permita mais interação com o público e outros corredores, a monotonia do percurso, com grandes trechos de asfalto, pode se tornar um desafio psicológico. Muitos atletas enfrentam dificuldades em manter o foco e a motivação durante essas corridas.
Corrida de trilha – ao correr em trilhas, o ambiente natural traz uma nova dinâmica. A imprevisibilidade do terreno exige concentração constante, e o corredor precisa estar sempre atento aos obstáculos naturais. Além disso, o cenário bonito e a desconexão com a cidade ajudam a motivar mentalmente os corredores, oferecendo uma experiência mais imersiva e até terapêutica.
Corrida de rua – geralmente realizadas em áreas urbanas, as corridas de rua estão mais expostas à poluição, ao tráfego e a outras condições próprias das cidades. No entanto, os percursos são bem mapeados, e o risco de se perder é menor.
Corrida de trilha – as corridas de trilha acontecem em locais mais isolados, como parques, montanhas ou florestas. Isso proporciona uma experiência mais próxima da natureza, mas também aumenta o risco de acidentes e a exposição a animais selvagens ou quedas, exigindo maior preparo e atenção.
Além de entender as diferenças entre as corridas de rua e de trilha, pedimos ao Almeidinha que compartilhasse algumas dicas essenciais para quem está considerando fazer a transição das ruas para as trilhas: